Sou terapeuta em Medicina Tradicional e gostaria de convidá-los(as) a faze uma visita aos meu blogs, fiquem a vontade para me seguirem como também postarem seus comentários.... Abraço a todos... Evaldo.
acerca de: orkut - início (ver no Google Sidewiki)fogos em portugal
quarta-feira, 2 de março de 2011
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Carro dos bombeiros consumido pelas chamas em Alijó
Acidente ficou a dever-se a uma mudança súbita na direcção do vento.
Um veículo dos bombeiros de Sanfins do Douro foi consumido pelas chamas, esta quinta-feira à tarde, num incêndio em Alijó. O acidente deu-se na sequência de uma mudança repentina do vento.
O fogo atingiu tal proporção que chegou a cortar o IP4, entre os nós do Alto do Pópulo e do Alto de Justes, numa extensão de cinco a sete quilómetro, e a Nacional 15.
Para o combate ao incêndio, às 20:10, estavam mobilizados 95 bombeiros, apoiados por 22 veículos operacionais, dois aviões e um helicóptero pesado. À mesma hora, o incêndio ardia com duas frentes activas em área de mato e pinheiros.
Às 20:00, havia oito fogos activos em Portugal, cinco dos quais considerados «mais significativos», pela dimensão, longevidade ou meios envolvidos. É no fogo de Urgeiro, no fundão, que se concentram mais meios de combate: 246 bombeiros, apoiados por 66 veículos operacionais e por nove meios aéreos.
Um veículo dos bombeiros de Sanfins do Douro foi consumido pelas chamas, esta quinta-feira à tarde, num incêndio em Alijó. O acidente deu-se na sequência de uma mudança repentina do vento.
O fogo atingiu tal proporção que chegou a cortar o IP4, entre os nós do Alto do Pópulo e do Alto de Justes, numa extensão de cinco a sete quilómetro, e a Nacional 15.
Para o combate ao incêndio, às 20:10, estavam mobilizados 95 bombeiros, apoiados por 22 veículos operacionais, dois aviões e um helicóptero pesado. À mesma hora, o incêndio ardia com duas frentes activas em área de mato e pinheiros.
Às 20:00, havia oito fogos activos em Portugal, cinco dos quais considerados «mais significativos», pela dimensão, longevidade ou meios envolvidos. É no fogo de Urgeiro, no fundão, que se concentram mais meios de combate: 246 bombeiros, apoiados por 66 veículos operacionais e por nove meios aéreos.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Monte do Soajo transformado num impressionante manto negro
O monte do Soajo, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, está transformado num impressionante manto escuro, de onde emana um intenso cheiro a queimado, fruto do pior incêndio de que há memória na freguesia.
"Dos 5900 hectares de monte que o Soajo tem, no mínimo arderam 4000. Foi impressionante, não há memória de uma coisa assim. Desta vez, o fogo chegou mesmo ao pé das casas, não poupou campos de cultivo, vinhas, árvores de fruto. Nada. Foi tudo à vida", refere à Lusa o presidente da Junta de Freguesia local.
Para Manuel Barreira da Costa, em situação particularmente difícil ficam os pastores e os criadores de gado, que viram o pasto para os animais ser completamente devorado pelas chamas.
"Vão sentir sérias dificuldades para passarem o inverno. No ano passado, vi muito gado morrer à fome. Este ano, não gostaria de voltar a ver, mas não sei não", acrescenta.
António Cerqueira, proprietário de 115 bovinos e 28 garranos, já fez contas à vida e começa a visualizar dias tão negros como o monte que abraça o Soajo.
"Vamos ter de mandar vir feno de Espanha. O pior é que os preços vão, certamente, disparar. Um fardo, actualmente, ronda os 2,60 euros, três euros. Com o aproveitamento que sempre há nestas ocasiões, a coisa pode subir para os quatro euros, cinco euros, sei lá", vaticina.
Para António Cerqueira, os incêndios significaram "um duro golpe", não só para os criadores de gado, mas para toda a população do Soajo.
"Se nós perdemos o pasto para os animais, a freguesia perdeu um bem muito maior, que era esta serra verdejante, mas agora está vestida de luto", refere.
Com 25 animais, entre gado cavalar, ovino e bovino, Maria Pires já percebeu que "a factura será pesada".
"O feno que importamos de Espanha já está a subir. Nestes últimos dias, aumentou 25 cêntimos. Falta saber o que estará para vir", atira, preocupada.
O presidente da Junta do Soajo confessa-se ainda "muito preocupado" com os impactos negativos que os incêndios poderão ter para a freguesia.
"Os turistas vinham aqui para passar um dia agradável, com ar puro, no monte. Agora, o que temos para lhe dar? Cinzas e cheiro a queimado. Vai ser muito complicado, muito complicado", afirma.
Os receios do autarca eram, pouco depois, confirmados por um grupo de turistas, que em plena eira comunitária do Soajo, onde pontificam os espigueiros que são ex-libris da freguesia, se manifestavam desolados com a cor do monte.
"Fogo, está tudo preto, assim nem dá gosto vir aqui", desabafava uma jovem.
"Dos 5900 hectares de monte que o Soajo tem, no mínimo arderam 4000. Foi impressionante, não há memória de uma coisa assim. Desta vez, o fogo chegou mesmo ao pé das casas, não poupou campos de cultivo, vinhas, árvores de fruto. Nada. Foi tudo à vida", refere à Lusa o presidente da Junta de Freguesia local.
Para Manuel Barreira da Costa, em situação particularmente difícil ficam os pastores e os criadores de gado, que viram o pasto para os animais ser completamente devorado pelas chamas.
"Vão sentir sérias dificuldades para passarem o inverno. No ano passado, vi muito gado morrer à fome. Este ano, não gostaria de voltar a ver, mas não sei não", acrescenta.
António Cerqueira, proprietário de 115 bovinos e 28 garranos, já fez contas à vida e começa a visualizar dias tão negros como o monte que abraça o Soajo.
"Vamos ter de mandar vir feno de Espanha. O pior é que os preços vão, certamente, disparar. Um fardo, actualmente, ronda os 2,60 euros, três euros. Com o aproveitamento que sempre há nestas ocasiões, a coisa pode subir para os quatro euros, cinco euros, sei lá", vaticina.
Para António Cerqueira, os incêndios significaram "um duro golpe", não só para os criadores de gado, mas para toda a população do Soajo.
"Se nós perdemos o pasto para os animais, a freguesia perdeu um bem muito maior, que era esta serra verdejante, mas agora está vestida de luto", refere.
Com 25 animais, entre gado cavalar, ovino e bovino, Maria Pires já percebeu que "a factura será pesada".
"O feno que importamos de Espanha já está a subir. Nestes últimos dias, aumentou 25 cêntimos. Falta saber o que estará para vir", atira, preocupada.
O presidente da Junta do Soajo confessa-se ainda "muito preocupado" com os impactos negativos que os incêndios poderão ter para a freguesia.
"Os turistas vinham aqui para passar um dia agradável, com ar puro, no monte. Agora, o que temos para lhe dar? Cinzas e cheiro a queimado. Vai ser muito complicado, muito complicado", afirma.
Os receios do autarca eram, pouco depois, confirmados por um grupo de turistas, que em plena eira comunitária do Soajo, onde pontificam os espigueiros que são ex-libris da freguesia, se manifestavam desolados com a cor do monte.
"Fogo, está tudo preto, assim nem dá gosto vir aqui", desabafava uma jovem.
Fogo no Parque Natural do Douro Internacional dominado
Fogo no Parque Natural do Douro Internacional dominado
por LusaHoje
O incêndio que lavra desde o princípio da tarde em Figueira de Castelo Rodrigo, em território do Parque Natural do Douro Internacional, encontra-se dominado desde as 23:00.
Segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), o incêndio chegou a ter duas frentes ativas, combatidas por 60 bombeiros, 18 veículos operacionais, dois aviões bombardeiros pesados Canadair e dois helicópteros bombardeiros espanhóis.
Segundo o subchefe dos Bombeiros Voluntários de Figueira de Castelo Rodrigo, António Pereira, o incêndio começou na freguesia de Vilar de Amargo e estendeu-se pelas freguesias adjacentes de Figueira de Castelo Rodrigo, Escalhão -- que está sem telefone, apurou a Lusa - e Mata de Lobos, tendo as autoridades chegado a cortar a Estrada Nacional 221.
António Pereira disse ainda à Lusa que "algumas casas estiveram em perigo", tendo ardido parte de uma vinha.
A agência Lusa apurou junto de populares donos de propriedades que, para além de uma extensa área de mato ardida, pelo menos 50 hectares de sobreiros foram destruídos pelas chamas.
Em Figueira de Castelo Rodrigo, este foi o primeiro grande incêndio do ano, o que comprova a teoria da população de que a época de fogos começa, tradicional e misteriosamente, sempre a partir da feira de ano, que se realizou precisamente hoje, dia 19 de Agosto.
Ainda segundo a ANPC, estão neste momento apenas cinco incêndios em curso no país, estando os mais significativos das últimas horas todos dominados.
por LusaHoje
O incêndio que lavra desde o princípio da tarde em Figueira de Castelo Rodrigo, em território do Parque Natural do Douro Internacional, encontra-se dominado desde as 23:00.
Segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), o incêndio chegou a ter duas frentes ativas, combatidas por 60 bombeiros, 18 veículos operacionais, dois aviões bombardeiros pesados Canadair e dois helicópteros bombardeiros espanhóis.
Segundo o subchefe dos Bombeiros Voluntários de Figueira de Castelo Rodrigo, António Pereira, o incêndio começou na freguesia de Vilar de Amargo e estendeu-se pelas freguesias adjacentes de Figueira de Castelo Rodrigo, Escalhão -- que está sem telefone, apurou a Lusa - e Mata de Lobos, tendo as autoridades chegado a cortar a Estrada Nacional 221.
António Pereira disse ainda à Lusa que "algumas casas estiveram em perigo", tendo ardido parte de uma vinha.
A agência Lusa apurou junto de populares donos de propriedades que, para além de uma extensa área de mato ardida, pelo menos 50 hectares de sobreiros foram destruídos pelas chamas.
Em Figueira de Castelo Rodrigo, este foi o primeiro grande incêndio do ano, o que comprova a teoria da população de que a época de fogos começa, tradicional e misteriosamente, sempre a partir da feira de ano, que se realizou precisamente hoje, dia 19 de Agosto.
Ainda segundo a ANPC, estão neste momento apenas cinco incêndios em curso no país, estando os mais significativos das últimas horas todos dominados.
Mais de 200 bombeiros combatem o fogo no Fundão
A Autoridade Nacional de Proteção Civil registava às 19:00 de hoje 13 incêndios activos, sendo o fogo no concelho do Fundão o que mobilizava mais meios, com 217 operacionais e 55 veículos.
Segundo a página da Internet da ANPC, este fogo, que deflagrou em Urgueiro (Castelo Branco) hoje à tarde, tem uma frente activa, estando a ajudar no combate às chamas cinco helicópteros e quatro aviões. Regista-se "vento forte no local".
Dos 13 incêndios activos, a Proteção Civil destaca oito, um dos quais no concelho de Alijó, distrito de Vila Real, onde se encontram 93 bombeiros, com o apoio de 22 veículos, um helicóptero e dois aviões.
O incêndio, reactivado desde hoje à tarde, tinha obrigado ao corte no IP4, mas o trânsito já se encontra reaberto em ambos os sentidos, a circular lentamente.
Foram entretanto dominados os fogos em Vale de Cambra (Aveiro), Montalegre (Vila Real) e Vila Pouca de Aguiar (Vila Real).
No Parque Nacional da Peneda-Gerês, o incêndio está dominado desde a tarde de terça feira, mas continuam no local quase 20 bombeiros em "vigilância".
A Proteção Civil destaca ainda fogos ativos em Figueira de Castelo Rodrigo (Guarda) e Cabeceiras de Basto (Braga), ambos com menos de 60 bombeiros.
Segundo a ANPC, deflagraram desde as 00:00 de hoje 183 incêndios, enquanto durante todo o dia de quarta feira registaram-se 236.
Segundo a página da Internet da ANPC, este fogo, que deflagrou em Urgueiro (Castelo Branco) hoje à tarde, tem uma frente activa, estando a ajudar no combate às chamas cinco helicópteros e quatro aviões. Regista-se "vento forte no local".
Dos 13 incêndios activos, a Proteção Civil destaca oito, um dos quais no concelho de Alijó, distrito de Vila Real, onde se encontram 93 bombeiros, com o apoio de 22 veículos, um helicóptero e dois aviões.
O incêndio, reactivado desde hoje à tarde, tinha obrigado ao corte no IP4, mas o trânsito já se encontra reaberto em ambos os sentidos, a circular lentamente.
Foram entretanto dominados os fogos em Vale de Cambra (Aveiro), Montalegre (Vila Real) e Vila Pouca de Aguiar (Vila Real).
No Parque Nacional da Peneda-Gerês, o incêndio está dominado desde a tarde de terça feira, mas continuam no local quase 20 bombeiros em "vigilância".
A Proteção Civil destaca ainda fogos ativos em Figueira de Castelo Rodrigo (Guarda) e Cabeceiras de Basto (Braga), ambos com menos de 60 bombeiros.
Segundo a ANPC, deflagraram desde as 00:00 de hoje 183 incêndios, enquanto durante todo o dia de quarta feira registaram-se 236.
Dez suspeitos de fogo posto em prisão preventiva
Este ano, polícias já detiveram 27 suspeitos, dez dos quais estão em preventiva
Há 10 suspeitos de fogo posto presos preventivamente nas cadeias portuguesas. O último é um homem de 32 anos, com antecedentes pelo crime de fogo posto, que o Tribunal de Castro Daire colocou em prisão preventiva. É suspeito de ser autor do fogo de Moledo, que destruiu mais de 1000 hectares de floresta e provocou um prejuízo superior a 600 mil euros.
Marco Cardoso, residente em Alva, no concelho de Castro Daire, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) depois de ter sido "referenciado por populares", disse ao DN fonte ligada à investigação. É suspeito de ter sido o autor do incêndio de Moledo, cujas primeiras estimativas apontam para 1122 hectares de floresta queimada.
As suspeitas avolumaram-se depois de "um reacendimento em Aguadalte", na noite de terça-feira, adiantou a mesma fonte.
Segundo Vítor Figueiredo, presidente da Junta de Moledo, o incêndio causou um prejuízo "superior a 650 mil euros". O fogo foi por várias vezes considerado dominado, mas na noite de terça-feira ganhou de novo força e lançou o pânico na aldeia, há vários dias rodeada pelas chamas. Cenário que levou a activar o Plano Municipal de Emergência de Castro Daire.
O governador civil de Viseu, Miguel Ginestal, lembrou que "muitos dos incêndios têm acontecido em circunstâncias muito anormais e estranhas, a horas inusitadas da noite". Miguel Ginestal "louvou" ainda a acção da PJ que "tem estado no terreno e com meios reforçados".
Em comunicado, a Polícia Judiciária indicou que o homem agora detido em Castro Daire "já tinha sido detido, em 2005, pelo mesmo tipo de crime e que tem também antecedentes criminais por furto e condução sobre o efeito de álcool". Cumpria actualmente pena, em regime de dias livres, na prisão de Lamego. O suspeito, trolha de profissão, foi ouvido no Tribunal de Castro Daire e aguarda julgamento em prisão preventiva.
Também ontem a PJ anunciou a detenção de um outro alegado incendiário, um jovem de 16 anos, suspeito da autoria de seis crimes ocorridos nos últimos dias em Viseu. Os fogos, ateados na freguesia de Rio de Loba, com um isqueiro, terão sido motivados pela "atracção pelo fogo e pelo aparato proporcionado pelo combate aos incêndios", adiantou o comunicado.
Desde o início do ano foram já detidos pela Polícia Judiciária 27 suspeitos do crimes de incêndio florestal, dez dos quais estão em prisão preventiva. Um número que pode ainda aumentar, já que a PJ adiantou que tem "outras investigações em curso que poderão originar novas detenções".
Portugal não tem capacidade para combater 400 fogos diários - Protecção Civil de Portalegre
18-Ago-2010
O Comandante Operacional Distrital da Protecção Civil de Portalegre, Belo Costa, admitiu hoje que o país não tem capacidade para responder a uma média de 400 incêndios diários, registados durante a primeira quinzena de agosto.
Belo Costa alertou ainda para a necessidade do problema dos fogos ser tratado durante todo o ano e não apenas na fase critica de incêndios florestais.
O mesmo responsável considerou ainda que os fogos florestais são um problema de todos.“Se os bombeiros não estiveram na hora de combater é porque alguém não esteve na altura de prevenir, por isso os fogos são um problema de todos”, disse.
Belo Costa defendeu ainda o retorno das pessoas ao meio rural que deve ser visto como um potencial económico de interesse, como forma de combater o problema dos fogos florestais.
Gabriel Nunes
O Comandante Operacional Distrital da Protecção Civil de Portalegre, Belo Costa, admitiu hoje que o país não tem capacidade para responder a uma média de 400 incêndios diários, registados durante a primeira quinzena de agosto.
Belo Costa alertou ainda para a necessidade do problema dos fogos ser tratado durante todo o ano e não apenas na fase critica de incêndios florestais.
O mesmo responsável considerou ainda que os fogos florestais são um problema de todos.“Se os bombeiros não estiveram na hora de combater é porque alguém não esteve na altura de prevenir, por isso os fogos são um problema de todos”, disse.
Belo Costa defendeu ainda o retorno das pessoas ao meio rural que deve ser visto como um potencial económico de interesse, como forma de combater o problema dos fogos florestais.
Gabriel Nunes
Subscrever:
Comentários (Atom)





